segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Queimada Grande Parte da "Alma" de Nossa História

http://radioyande.com/default.php?pagina=blog.php&site_id=975&pagina_id=21862&tipo=post&post_id=849


Foto: Idjahure Kadiwel




 Mariateresalucena: “Todos que por aqui passem protejam esta laje, pois ela guarda um documento que revela a cultura de uma geração e um marco na história de um povo que soube construir o seu próprio futuro”.  Inscrição na entrada do Museu Histórico Nacional

🔥Queimamos o quinto maior acervo do mundo.
🔥Queimamos o fóssil de 12 mil anos de Luzia, descoberta que refez todas as pesquisas sobre ocupação das Américas.
🔥Queimamos murais de Pompeia.
🔥Queimamos o documento de assinatura da Lei Áurea
🔥Queimamos o sarcófago de Sha Amum Em Su, um dos únicos no mundo que nunca foram abertos.
🔥Queimamos o acervo de botânica Bertha Lutz.
🔥Queimamos o maior dinossauro brasileiro já montado com peças quase todas originais.
🔥Queimamos o Angaturama Limai, maior carnívoro brasileiro.
🔥Queimamos alguns fósseis de plantas já extintas.
🔥Queimamos o maior acervo de meteoritos da América Latina.
🔥Queimamos o trono do rei Adandozan, do reino africano de Daomé, datado do século XVIII.
🔥Queimamos o prédio onde foi assinada a independência do Brasil.
🔥Queimamos duas bibliotecas.
🔥Queimamos o pergaminho datado do século XI com manuscritos em grego sobre os quatro Evangelhos, o exemplar mais antigo da Biblioteca Nacional e da América Latina.
🔥Queimamos a Bíblia de Mogúncia, de 1462, primeira obra impressa a conter informações como data, lugar de impressão e os nomes dos impressores, os alemães Johann Fust e Peter Schoffer, ex-sócios de Gutemberg.
🔥Queimamos A crônica de Nuremberg, de 1493, considerado o livro mais ilustrado do século XV, com mapas xilogravados tidos como os mais antigos em livro impresso.
🔥Queimamos a Bíblia Poliglota de Antuérpia, de 1569, Obra monumental do mais renomado impressor do século XVI: Cristóvão Plantin.
🔥Queimamos a primeira edição de “Os Lusíadas”, de 1572.
🔥Queimamos a primeira edição da “Arte da gramática da língua portuguesa”, escrita pelo Padre José de Anchieta em 1595.
🔥Queimamos o “Rerum per octennium...Brasília”, de Baerle (1647), com 55 pranchas a cores desenhadas por Frans Post.
🔥Queimamos exemplar completo da famosa Encyclopédie Française, uma das obras de referência para a Revolução Francesa.
🔥Queimamos o primeiro jornal impresso do mundo, datado de 1601.

🔥Queimamos um pouco da História do Brasil e da Humanidade...
[15:12, 3/9/2018] Mariateresalucena (Via  Whatsaap)


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Foto: Idjahure Kadiwel
Por Idjahure Kadiwel - Rádio Yandê

O incêndio que destruiu o Museu Nacional, localizado em São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro, a partir da noite de ontem desapareceu com séries de coleções antropológicas, arqueológicas, botânicas e zoológicas únicas no mundo.

Estima-se uma perda total do acervo do Museu, patrimônio de inestimável valor histórico para a humanidade. No acervo de etnologia indígena, 150 anos de pesquisas haviam conseguido preservar mais de 40.000 objetos de mais de 300 povos indígenas, vários deles já extintos, uma das maiores coleções do mundo. A coleção abarcava principalmente artefatos de povos que ocupavam a Amazônia e o Brasil Central.

O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, criado em 1968, foi o primeiro curso de pós-graduação em Antropologia Social do país, assim como a primeira Pós-Graduação a implementar a reserva de vagas para estudantes indígenas, desde 2011. 

O descaso que ocasionou o incêndio, além da perda geral para vários setores da pesquisa científica, significa também um luto para a memória, a história e a antropologias indígenas do Brasil.

domingo, 2 de setembro de 2018




Um SENTIR sobre "Como desejamos Nossas Relações".
Em diferentes Culturas e Tradições, vivenciamos seja direta ou "indiretamente", Grande Respeito entre o Modo de SER de cada "um", em sua Natureza primeira...
Há que se entender, buscar SENTIR esta Natureza "primeira", ou Nhe'e ou Alma primeira e diante deste SENTIR, também saber que temos niveis e "niveis" de entendimento e olhares de cá e de lá...
Vivemos tempos "muito delicados", e sensíveis demais, quase que em cada fração de segundos,ou menos, testemunhamos atos terríveis praticados entre "SERES ditos "Humanos" e outros "semelhantes" e também dentre estes, há inúmeros "desvios" de conduta, de "CARÁTER", de ideologias, de uma lista de atos que depõem cada dia menos nesta "NATUREZA" UM DIA DITA Humana...
Testemunhamos com uma frequência assustadora, nas inúmeras Redes Sociais, tantas palavras "Mal-ditas", tantos descasos e DESRESPEITOS entre cada um(a), bem como em nosso Dia Dia...
Muitas vezes ,muitas...Fico à REFLETIR Onde estamos ...Com quem Estamos...Um questionamento que me faço e escuto de "alguns núcleos que ainda enxergam" esta travessia que se vive entre "O SER e o Não "SER".
Vivemos tempos realmente assustadores, mas também de GRANDE OPORTUNIDADE,pois sempre se presenciou que do "CAOS" nasce o "Lótus"...de alguma forma...renascemos...Mas, fico a pensar porque muitas vezes se escuta alguém à dizer com tremenda facilidade que o "Outro" ou "outra pessoa mesmo que dita amiga(0), mas se tiver uma opinião "diferente", deverá ser "BANIDA", deletada, esquecida...O que é PIOR , cruel e Injusto entre Nós ditos "SERES INTERATIVOS".
Será que UM DIA fomos Humanos de fato?
Não quero aqui passar aquela "Falsa ideia" que sou uma exceção,pois se aqui me encontro, nesta Terra e nestes tempos, certamente é porque "assim precisei estar e quis aprimorar-me" em um Mundo "Terreno".
Mas, me custa muito tentar ENTENDER certas sequencias de atitudes entre Nós, os H U M A N O S...
Somos tão frágeis e tão distantes de nossas CAPACIDADES verdadeiramente "Divinas"...Ah! Creio que SIM,mas ainda assim, A ESPERANÇA nasce e renasce como a Terra em seus ciclos e "CICLOS"...
Ainda assim, entre Nuvens, o SOL se FAZ perceber e nos aquece e nutre A TERRA e seus filhos e filhas, bem como as sementes de um NOVO AMANHÃ que há de VIR...
Quando Leio e releio atitudes entre Nós de DESCARTES frequentes ...já não fico "MAIS" Triste, nem menos Triste...Apenas observo, SINTO e digo a mim mesma...Amanhã será UM NOVO DIA e teremos "Creio" a Oportunidade em FAZER mais, por um Mundo de PAZ, onde a FLECHA não seja UNS CONTRA OS OUTROS,mas SIM o sentido REAL E DIVINO de que UM ARCO, os os ARCOS, SERVEM PARA QUE FORMEMOS UM CIRCULO Com a CONSCIÊNCIA que SEM O ARCO- A FLECHA NÃO EXISTE E SEM A FLECHA, O ARCO, também não EXISTE...Sempre fez muito sentido dentro de mim estas análises ANTIGAS,mas que MUITO POUCO ,infelizmente se pratica.
O que mais se "PRATICA" é um DESFAZER-SE das relações, e MAL DIZER uns aos outros, por Divergirmos "às vezes".
Me pergunto...Não seria interessante Um Mundo onde as "divergências", servissem para APRENDIZADOS MÚTUOS e Novos Olhares? Ou para ao menos entendermos que "Não podemos desaprovar "PESSOAS" ,não DEVEMOS e não temos este DIREITO AO JULGAMENTO DO OUTRO,mas SIM, temos O DEVER em Preservar, cultivar SERMOS pessoas que INSPIRAM e dão EXEMPLO positivo,mesmo que Divergindo, não concordando com atos alheios , socialmente falando, culturalmente falando, filosoficamente falando, religiosamente,falando,pois A NÓS NÃO COMPETE JULGAR, CONDENAR tão pouco.
A Nós, compete SER ...SEGUIR SENDO...e FAZENDO O MELHOR QUE PUDERMOS EM NÃO GERARMOS COMPETIÇÕES, CONFLITOS, E CRUELMENTE DESAPROVAÇÃO DAS "PESSOAS".
PODEMOS ATÉ DESAPROVAR Atos, Mas NÃO PESSOAS.
E sabemos que certas "colocações" nos parecerá DIFÍCIL ,porque nosso ESTADO enquanto HUMANIDADE está realmente MUITO Longe de SER o que deveríamos SER.
ESTE SENTIR ...É Apenas UM SENTIR...
Se aplicará ao que cada OLHAR e SENTIR perceba e REFLITA...
As Redes Sociais, por vezes CANSAM NÃO?
Talvez porque estejamos nos limitando `à apenas nos relacionarmos através delas, ESQUECENDO O Sopro de cada UM(a), esquecendo que viemos deste MESMO SOPRO, esquecendo as "DIREÇÕES" que nos foram dadas há muito tempo...ESQUECENDO-NOS Uns dos outros e daqueles que ANTES Aqui vieram e nos deixaram mais que "ENSINAMENTOS"...Sofreram as mais diversas INTEMPÉRIES ,Batalhas, descasos, Crueldades e ATROCIDADES e sob seus "OSSOS" muitos pisaram...
Nós não sabemos NADA quase, de Nós mesmos...Creio que muito temos a RETOMAR desta Consciência "HUMANA" , independente de CREDOS,CULTURAS, TRADIÇÕES ou o que mais seja de "DIFERENTE".
Os ditos "Humanos"...Nós ...enquanto "PARTE DESTA HUMANIDADE",pertencemos muito ANTES À NATUREZA, A CRIAÇÃO, A MÃE E AO PAI que nos geraram e Temos UM ESPÍRITO...Também...e será que este ESPÍRITO NÃO SE RECONHECE MAIS ENTRE OUTROS TANTOS ESPÍRITOS?
Esta REFLEXÃO está ficando EXTENSA e confesso, não ERA INTENÇÃO,porém o que presencio dia após dia me tem feito SENTIR algo estranho...Não se parece mais com aquele SENTIR indignado, ou inquieto, ou decepcionado(a), ou TRISTE...é UM NOVO SENTIR e ainda não "Nominei"...Ainda NÃO ENTENDO, e não compreendo...APENAS SINTO.
Sinto que devemos TOMAR MAIS CAUTELA ,MUITA CAUTELA, porque muitas vezes pensamos que estamos TENDO CLAREZA e MANTENDO BOAS RELAÇÕES e proferindo TERMOS BACANAS em "Outras Línguas",para expressar que RESPEITAMOS UNS AOS OUTROS E TODAS AS NOSSAS RELAÇÕES...ESTAMOS APENAS ENGANANDO À NÓS MESMOS e tudo CERTAMENTE se mostrará,mas talvez DIANTE da Cegueira Humana, seja tarde para se RECUPERAR ALGO DESTE "Humano"(a).
Acreditem, se assim acharem coerente e justo...Não queria escrever TUDO QUE ESCREVI.
Mas, QUANDO escrevo, TAMBÉM acredito estar buscando "CURA" para muitas questões INACABADAS e não interpretáveis sob a ÓTICA "RACIONAL".
Busco, ao ESCREVER...gerar "ALGUM BENEFÍCIO".
ESPERANÇA ....SEMPRE! Acreditar que NADA É AO ACASO e que Tudo que o "SISTEMA nos coloca" seja a nível, Político, Social, Etc...Etc,.. Talvez seja justamente para que NÃO NOS ABANDONEMOS e não façamos uns com os outros o que o SISTEMA nos impõem em DESRESPEITOS, em "Falsas palavras" ,Fantasiadas, camufladas, e NADA AUTENTICAS, tampouco VERDADEIRAS...
Nesta Tarde de Já SETEMBRO... Abraçando à Cada um(a) .
Liana Utinguassu
Como as CRIANÇAS...


terça-feira, 7 de agosto de 2018

DIA 9 DE AGOSTO 2018 ,MAIS QUE "UM MARCO" E UMA GRANDE LUZ DE NHANDERU

Inicialmente, aqui reforço minha  eterna  e profunda  Gratidão aos  nossos Ancestrais, à  Todos(as), Txeramoi, Txai, Karaís,Pajés, Kringués,Crianças e Todos(as) Parentes  com quem estivemos, e  ainda estaremos sobretudo  de  Coração e Espírito.


http://www.radio.ufop.br/noticias/radio-ufop-inicia-serie-de-atividades-de-valorizacao-dos-povos-indigenas

Aguyjevete hína ñande ypykuéra, ñande sy, ñande ru.. Hese, ñaime ko'ápe, ha ko'ángaite, upeicharamo, ñande mandu'a va'erã akói hese! (Estou agradecendo muito aos nossos ancestrais, nossa mãe, nosso pai... É por causa deles que estamos aqui. Reverenciando aqui nestas fotos, "alguns" momentos que se eternizam em meu coração e Espirito.


Creio que muitos  irmãos, Parentes e  Amigos, das  mais  diferentes  Etnias, Culturas e  Tradições das tantas  Nações Originárias Multiétnicas SENTEM como nós  os  SENTIMOS.
Apreço, RESPEITO, lealdade à  Todo nosso ANTES que se  seguirá  SEMPRE E  ETERNAMENTE em cada  SOPRO de  nossa Existência aqui nesta Terra.

Agradecer à  Iniciativa  que  TRANSCENDE FRONTEIRAS, da  Equipe  da Rádio UFOP: Gláucio Santos, Helena, Simei...Ao Parente Ademário Payayá que  de  forma sempre  tão generosa, cordial e  de  profundo SENTIR ,também nos  possibilitaram aqui compartilhar por UM NOVO AMANHÃ que  certamente Representará neste dia  9/08/2018 UM MARCO EXISTENCIAL para Todos(as) Nós.

Parentes "indígenas", Aldeados, Desaldeados, acampados à beira de  estradas,isolados, aos que se  reconhecem,ou não, pertencentes à  esta Família Ancestral.SIM, o Brasil o Mundo, deveria reconhecer-se "IN-DIOS".

A  oportunidade  de  estarmos  aqui, à  uma "SÓ" VOZ, JUNTOS, em uníssono, imprimindo o SOM de  nossos  Corações, Espíritos e  SERMOS  QUEM SOMOS, ultrapassa  qualquer "barreira".

Certamente, para cada um(a) é  como estarmos  lá, frente  ao FOGO, nas  casas de  Reza(OPY), ou na  Mata, escutando  aos  nossos  mais  ANTIGOS  que  dizem: SIM! EXISTIMOS !!

Iporá  eté  Aguyjevete por  esta  Oportunidade Irmãos(as), Parentes, Amigos.

SOMOS TODOS "UM", independente  de  quaisquer "rótulos", classificações que  possam vir à existir.Sabemos  de  ONDE  VIEMOS e  isto nos  trás  um alento  enorme, diante  de  tantas  adversidades.


Aqui registramos este DIA com MUITA  ALEGRIA  e  Honra, por  pertencer à  este  TRONCO que  mesmo que  muitas  vezes "podado", tem raízes  profundas  que  ecoam e  renascem sempre por  este NOVO AMANHECER!

Liana Utinguassú Ryapyá


ABAIXO  O TEXTO DA  RÁDIO E  GRAVAÇÃO  QUE  CONSTA  DE  TODOS(AS) NÓS!

FILHOS  DESTA  MÃE E  DESTE PAI

Na produção do Podcast, lançado dia 6 de agosto, colaboram de forma voluntária, o escritor e educador, Ademario Ribeiro e seu neto, o pequeno Arthur Ribeiro (5 anos), ambos do Povo Payayá, que moram em Simões Filho (BA); a escritora e terapeuta integrativa, Liana Utinguassu, da cidade de Porto Alegre (RS), com ascendência Guarani Mbyá, do Rio Grande do Sul; o estudante universitário, Neimar Leandro Marido Kiga, do Grupo Étnico Boe Bororo, da Aldeia Meruri, do município de General Carneiro (MT); e o educador e produtor cultural indígena, Jacildo Ribeiro, de Águas Belas (PE), do Grupo Cultural Walê Fulni-ô  que cedeu gentilmente fotografias e trilhas sonoras para a produção de rádio. A equipe em Ouro Preto/MG fez contato com representantes indígenas em Minas Gerais, mas não obteve retorno até o fechamento do trabalho para o lançamento do material nesse dia 06 de agosto.
Em sua narrativa, Ademario Ribeiro apresenta brevemente o contexto sócio-histórico sobre as sociodiversidades dos povos indígenas, fala das feridas deixadas pela cultura europeia, marcadamente portuguesa, das articulações dos indígenas para manter suas tradições e a luta por justiça contra as violências históricas que sofreram e sofrem até os dias atuais. Ao final, outros indígenas, a exemplo do primeiro, destacam a sua existência e falam de suas atividades sociais.Assinada pelo escritor e educador, Ademario Ribeiro e, pelo jornalista e educomunicador, Gláucio Santos, da Rádio UFOP, a produção possui cerca de cinco minutos. O trabalho criterioso de edição e sonoplastia é do técnico em captação de áudio da emissora, Simei Gonderim, que também é educador, licenciado em Geografia.
Desde o mês de maio de 2018, a Rádio UFOP trabalha na produção de duas séries educativas: Indígenas, Povos Originários do Brasil e Vozes dos Povos Originários do Brasil. A produção é desenvolvida por educadores ligados a Universidade Federal de Ouro Preto e da Fundação Educativa de Rádio e TV Ouro Preto.
A emissora propõe reflexões acerca dos Povos Originários do Brasil buscando apresentar as diversas culturas existentes, sempre em dialógo com educadores e outros profissionais indígenas, o que garante um trabalho construído de forma colaborativa entre não indígenas e indígenas. 






Aguyjevete hína ñande ypykuéra, ñande sy, ñande ru.. Hese, ñaime ko'ápe, ha ko'ángaite, upeicharamo, ñande mandu'a va'erã akói hese! (Estou agradecendo muito aos nossos ancestrais, nossa mãe, nosso pai... É por causa deles que estamos aqui. Reverenciando aqui nestas fotos, "alguns" momentos que se eternizam em meu coração e Espirito.


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O QUE É COERENTE,JUSTO?

DECLARAÇÃO POR  COERÊNCIA, JUSTIÇA  E  RESPEITO
DA  “HUMANIDADE”.

http://www.defesanet.com.br/toa/noticia/18201/Indios-nao-precisam-servir-Exercito-em-RO/
http://eticaparapaz.blogspot.com.br/2012/08/indigenas-ajudam-exercito-defender.html

http://www.planobrazil.com/exercito-da-inicio-ao-programa-de-reforco-militar-da-regiao-norte-manaus-ganhara-bateria-de-artilharia-antiaerea/
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6001.htm
(LER  E RELER Quem aqui propôs este "ESTATUTO". ) Se  As  Leis  Não se  cumprem, seja  Nacionalmente  ou Internacionalmente, são "OUTRAS  QUESTÕES" que  DEVEMOS  ATENTAR E  MANIFESTARMOS,Como Filhos(as) Desta  TERRA.




Hoje  me  debruço aqui para  colocar  alguns pensamentos, posicionamentos que  carrego  comigo.
“O Ser Humano” parece  ter esquecido princípios  básicos sobre Ética, sobre Coerência , Justiça, e  finalmente RESPEITO.
Fico  ao Ler nas  REDES “SOCIAIS”(Facebook...) e REFLETIR muito sobre  colocações  que  JULGAM FACILMENTE  E  CONDENAM INSTANTÂNEAMENTE SEM APURAR  REALMENTE QUEM FEZ? O QUE FEZ? POR QUE FEZ?

Quero  reforçar  que NÃO se  trata  aqui de COMETER  OS  MESMOS “JULGAMENTOS”, PRECIPITADAMENTE  OU INFUNDADAMENTE,POIS ALGO DEVEMOS TER EM MENTE QUANDO USAMOS ADJETIVOS CONDENATÓRIOS ,DESQUALIFICANDO “TODA UMA CORPORAÇÃO”,OU “TODA UMA NAÇÃO”, pois corremos o RISCO DE IGUALMENTE SERMOS ASSIM TAXADOS DE PESSOAS QUE  DESCONHECEM E DESRESPEITAM À  SI MESMAS  E  AOS  SEUS ANTEPASSADOS,ANCESTRAIS.
Muitas  vezes, SE  ATIRA NO QUE  “SUPOSTAMENTE  SE VÊ” E SE  ACERTA O QUE  NÃO “VÊ”.

OU SE  REPRODUZ INVERDADES PORQUE  HÁ  UM DETERMINANDO GRUPO DE  PESSOAS QUE  ASSIM “CONDENA”.

MUITAS  DESTAS  PESSOAS  SÃO PESSOAS  QUE  CONSIDERO SENSATAS, COERENTES E  JUSTAS,MAS ACABO POR CONSTATAR  QUE  ESTÃO INCORRENDO NOS MESMOS  EQUÍVOCOS DAQUELES QUE ESTÃO SUPOSTAMENTE  AGINDO “CONTRA”SEUS PRINCÍPIOS,OU SEU “MODELO “ DE  “CERTO OU ERRADO”.
Tenho lido e  RELIDO a História e  vivenciado em muitos  casos DIRETA E  INDIRETAMENTE situações que acabam AO INVÉS DE  AGREGAR E  PACIFICAR, GERAM DISCÓRDIA, DESUNIÃO, ALIMENTANDO ÓDIOS, RAIVAS, RANCORES E  O QUE  É PIOR NÃO CONTRIBUINDO EM NADA PARA  AVANÇOS E PARA  UM NOVO QUADRO NACIONAL, MUNDIAL.

Na  História  dos  “HOMENS”, Politicamente, Socialmente, se  viveu e  SEGUIMOS À  VIVER, situações ONDE  TODOS DE  UMA  FORMA OU DE  OUTRA  JÁ  NOS  DEPARAMOS COM TREMENDAS  INJUSTIÇAS E  TAMBÉM, ASSIM PODEMOS  COMETER “INJUSTIÇAS”,POR ISTO REFORÇO  DA  NECESSIDADE DE  REFLETIRMOS  MUITO ÀS  PALAVRAS  PROFERIDAS, SEJA COM QUEM SEJA,OU O QUE SEJA.
QUANDO VEMOS  NOTICIAS  DEPRECIATIVAS  EM RELAÇÃO  ÀS  NAÇÕES ORIGINÁRIAS, SEJAM INDIGÉNAS, OU NÃO, PARAMOS  E VAMOS APURAR  FATOS, NÃO É  ASSIM?

DA  MESMA  FORMA QUE  SOMOS  REFERENCIAIS  EM TUDO QUE  SENTIMOS, PENSAMOS, FALAMOS  E  FAZEMOS E  DOS  VALORES  QUE  DEIXAREMOS IMPRESSOS  EM NOSSA  FORMA DE  CAMINHAR, DESTA  MESMA  FORMA, TEMOS  QUE  ATENTAR PARA  O FATO  QUE  NÃO PODEMOS  COLOCAR  EM UM MESMO “CALDEIRÃO”, PESSOAS  QUE  VEM SE  DEDICANDO EM MANTER A  “ORDEM E  RESPEITO” NESTE PAÍS.

FICA AQUI UMA  REFLEXÃO QUE  CABE À  TODOS  NÓS, BRASILEIROS(AS), MAS  SOBRETUDO, “AO SER HUMANO”.
OS  TEMPOS  SÃO CINZENTOS, OU “OBSCUROS, OU CATASTRÓFICOS, OU DE  DEGRADAÇÃO DA  ESPÉCIE...ETC..ETC..MAS, MUITAS PESSOAS BUSCAM NESTE MOMENTO A  PARTIR  DESTA  REFORMA “INTIMA”,SOCIAL, ECONÔMICA,POLÍTICA...BUSCAM  ANCORAR UM NOVO COMPORTAMENTO, UM NOVO AMANHECER ÀS  FUTURAS GERAÇÕES,AO PLANETA TERRA E  DE  NADA ADIANTARÁ  FICARMOS  AQUI CONDENANDO O “PASSADO”,OU CONDENANDO TODA UMA NAÇÃO,OU AINDA  FOMENTANDO ÓDIOS, RAIVAS, E  IMPREGNANDO O “AR” QUE  RESPIRAMOS COM TODO NOSSO “LIXO” INTERNO, TAMBÉM.SIM, TEMOS  LIXO INTERNO  À  RECICLAR...MUITO LIXO INTERNO REPLETO DE  RAIVAS, MEDOS, CULPAS, RANCORES,SOBERBAS, PREPOTÊNCIAS, EGOÍSMOS E  POR  AI  AFORA...
OJALÁ  POSSAMOS MUDAR ESTES  COMPORTAMENTOS ACUSATÓRIOS DE  “LÁ” OU DE  CÁ!

OJALÁ  POSSAMOS  APRESENTAR  SOLUÇÕES  PAUTADAS  EM CONHECIMENTO  “REAL” DE  FATOS CONCRETOS, NÃO “IMAGINÁRIOS  “OU SEGUINDO A  REPRODUZIR “JULGAMENTOS” E  CONDENAÇÕES DE  TODOS(AS) AS  CRIATURAS  DESTA  TERRA  BRASIL.

DECLARO QUE  NÃO SE  TRATA  AQUI DE  UMA  DEFESA ,TAMPOUCO  CONDENAÇÃO, MAS  UM APELO À “MEDIR MELHOR  AS  CONSEQUÊNCIAS”  DE  NOSSOS  ATOS, PENSAMENTOS E/OU PALAVRAS.
QUE TENHAMOS LUCIDEZ, SABEDORIA, PRUDÊNCIA E  INTELIGÊNCIA  PARA NÃO CUSPIR NAS  REDES  SOCIAIS, OU ONDE  QUER  QUE SEJA, NOSSOS  RANSOS,RAIVAS, E  VERDADES  ABSOLUTAS  SOBRE  QUEM SEJA, OU QUE  ORGANIZAÇÕES SEJAM.
O BRASIL, NÓS  TODOS, SOMOS  ACREDITO, MUITO MAIS CAPAZES  DO QUE  IMAGINAMOS ENQUANTO SERES “HUMANOS”,MAS PRECISAMOS  RECAPACITAR ESTES “DONS” DIVINOS E  DIRECIONAR CORRETAMENTE AO “NOVO”. A  RECONSTRUÇÃO DESTE “NOVO”.

ASSIM DIRECIONO NESTE  MOMENTO  E SEMPRE, VOTOS  DE  UMA  NOVA “HUMANIDADE”

Liana Utinguassu

EM RESPEITO E  COM RESPEITO 

http://manjotudo.blogspot.com.br/2017/04/carta-do-general-villas-boas-nacao.html

CUMPRE  RELER "PALAVRAS  DE  UM HOMEM DE  BEM",QUE  MERECEM NOSSO RESPEITO.


ORDEM DO DIA


Em 1648, um século e meio depois do descobrimento do Brasil, o episódio de GUARARAPES revela a gênese de nossa nacionalidade, sagrado ideal que reúne brancos, índios e negros, conjurados livremente, para defender a Pátria e expulsar o invasor estrangeiro.

Dessa união, da noção de pertencer à terra, da necessidade de proteger nossa gente, nossas famílias e nossas riquezas, nascia uma Nação e, com ela, um Exército. Florescia a percepção de unidade em torno de um projeto, verdadeira força centrípeta capaz de garantir o amálgama que resultaria na integridade do território, na unidade nacional e no delineamento de rumos em direção a um destino de grandeza, prosperidade e felicidade para sua gente.
Não haveria maior exemplo do que esse para identificar um País que, com o passar do tempo, evoluiu em sua consciência para, apegado às suas raízes, acalentar o sonho de construir uma sociedade próspera e justa no Novo Mundo.

O Exército que emergiu em Guararapes nunca esteve distante desse conceito. Exército que é o mais puro e fiel retrato de seu povo. Exército que foi construído, com simplicidade e altivez, pelo exemplo de homens e mulheres oriundos de diversificadas camadas sociais. Exército de todas as raças, de glórias, desafios e sacrifícios.
Nossa Força Terrestre foi sempre a síntese da entrega total à Pátria, participando, inicialmente com a Marinha e mais tarde também com a Força Aérea, nossas Forças coirmãs, dos mais importantes episódios da história do Brasil.

Trezentos e sessenta e nove anos depois de Guararapes, a jovem República Brasileira continua contando com seu Exército em sua marcha em direção ao futuro.

Onde for necessária a presença do Estado Brasileiro, lá estarão os soldados! Do Caburaí ao Chuí, do Acre à Ponta do Seixas. Defendendo nossa soberania, vigiando a fronteira, distribuindo água, abrindo estradas, protegendo índios, preservando o meio ambiente, guardando as riquezas, assistindo a população, garantindo a lei e a ordem ou promovendo a paz em nações irmãs.

Vivemos um tempo, no entanto, em que a coincidência de crises extensas e profundas trazem risco inédito aos sonhos de Guararapes.

Apesar dos esforços dos Governos, o colapso da segurança pública nos cobra dezenas de milhares de vidas por ano; a aguda crise moral, expressa em incontáveis escândalos de corrupção, nos compromete o futuro; a ineficiência nos retarda o crescimento; a ausência, em cada um de nós, brasileiros, de um mínimo de disciplina social, indispensável à convivência civilizada; e uma irresponsável aversão ao exercício da autoridade oferecem campo fértil ao comportamento transgressor e à intolerância desagregadora.

Essa crise fere gravemente a alma da nossa gente, ameaça nossa própria identidade nacional, deprime-nos o orgulho pátrio e, mais grave, embaça a percepção de nosso projeto de Nação, dispersando-nos em lutas por interesses pessoais e corporativos sobrepostos ao interesse nacional.

Nossa gente não é assim e não merece isso!

Este momento tão grave não pode servir a disputas paralisantes; pelo contrário, ele exige, do povo e de suas lideranças, a união de propósitos que nos catalise o esforço de regeneração, para reestabelecer a esperança e a confiança que nos permita identificar nossos objetivos comuns e reconstruir, a partir daí, o sentido de projeto de Nação que nos legaram os heróis de Guararapes.

Não há atalhos fora da Constituição! O caminho a ser seguido requer a sinergia de todos. O Exército de ontem, de hoje e de sempre olha para o futuro, transformando-se com seus Projetos Estratégicos, como o Sistema Integrado de Vigilância de Fronteiras (SISFRON); a adoção do blindado Guarani, de fabricação nacional; o desenvolvimento de plataformas de mísseis de longo alcance, como o Astros 2020; e a implantação do Comando de Defesa Cibernética; ao mesmo tempo que implementa um meticuloso processo de racionalização, aceitando os desafios da nova Era.

O País, seu povo e seu Exército não sucumbirão ao pessimismo e à desagregação. Somos feitos da mesma têmpera!
Temos fé nos valores da democracia, na nossa gente, na resiliência que nos fez vitoriosos tantas vezes e na cordialidade que requer respeito às desigualdades e diferenças.

Acreditamos na hierarquia e na disciplina, como preceitos fundamentais de um Exército verdadeiramente leal à sociedade a que serve e defende.

Unamo-nos todos, portanto, tal como nos conclama a Canção dos Cadetes, da Academia Militar das Agulhas Negras: “Irmãos brasileiros formai entre nós. Brasileiros sois todos vós!”.

Brasília, DF, 19 de abril de 2017

General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas
Comandante do Exércit



quarta-feira, 9 de agosto de 2017

DIA INTERNACIONAL DOS POVOS INDIGENAS





http://apublica.org/2016/09/casaldaliga-e-o-martirio-na-amazonia/

Aguyjevete à Todos (as) Irmãos, de Todas as Etnias, em cada canto desta Terra.
As Nações Originárias EXISTEM! Qualquer outra o Palavra seria desqualificar o que está além de palavras ou rótulos que se possam empregar aqui.

EXISTIR, com consciência de quem SE "É". Do que se carrega na Alma, no ESPÍRITO, sabendo que este SOPRO que nos criou, imprimiu em cada um de Nós uma essência DIVINAMENTE CRIADA para SER...SIMPLESMENTE SER.

O SER Humano, carece em recuperar esta essência do SER e as Nações Originárias trazem esta essência como uma chama mais que VIVA, independente do que se suceda e que bem sabemos SER um HOLOCAUSTO secular que se perpetua e DESRESPEITA à VIDA em sua mais ampla e infinita "forma".

Quero aqui , em RESPEITO AGRADECER Todos(as) As Nações Originárias e todas as ETNIAS no Mundo!
Reconhecendo-me parte desta Criação
Assim os abraço SEMPRE!






quinta-feira, 1 de junho de 2017

SEBASTIÃO MANCHINERY -Caminhar de Coerência, Justiça e Humanidade

 Fonte desta Informação: Sebastião Manchinery-Facebook

Sabá Haji Manchinery, em continuidade à defesa dos povos indígenas e contra as mazelas de gestões fraldulentas, incompetentes e guadrilheiras que transforma a saúde em um caus. Enquanto isso vão montado seu grupo que além de sua prioridade única e exclusivamente se darem bem com os recursos destinados ao povos indígenas ainda aproveitam dos benefícios sociais indígenas.


Gostaria de  aqui  compartilhar  um "sentimento".Ao longo de 30 anos, aproximadamente, desta  Trilha dentro do Universo Indígena, me  reconhecendo como Indígena, muito embora  não esteja  "aldeada", quero aqui parabenizar a  maneira  com que tenho testemunhado não somente  nas  falas  de  Sebastião Manchinery, bem como em sua  conduta Espiritual, de  coração e  Nhanderekó(modo de SER), Humano, Indígena!
Neste  tempos, onde  há  décadas  vimos  um formato de  Guerras, conflitos, massacres, competições e  PODER, ele  coloca muito bem suas  palavras,pensamentos, ações.
UM ESPÍRITO  QUE  ECOA  A VOZ  DOS  ANCESTRAIS, UM SER HUMANO que  busca  justo este redespertar  das  capacidades  da  Humanidade e  todos(as) Nós, em prol da  Terra  e  dos Filhos  desta Terra.

Por isto, aqui compartilhamos  e  agradecemos  também profundamente  à  Verônica Manauara Tukano(Esposa de Manoel Moura Tukano-Já  na Terra sem Males),  que  neste caso, também possibilitou estas  pontes.







sexta-feira, 5 de maio de 2017

OPORTUNA MATÉRIA-ELIANE BRUM

http://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/01/opinion/1493666728_748294.html(LEIA NA ÍNTEGRA)

As flechas empunhadas pelos indígenas que ocuparam Brasília na semana passada podem indicar. É contra os mais vulneráveis, os que ninguém liga, os grandes outros do Brasil que as mãos corrompidas avançam sem a necessidade de disfarçar sequer no discurso. É desta aldeia chamada Funai que vem se arrancando peça por peça e talvez em breve o dia amanheça e já não existam sequer cadeiras. É ali que o pior de ontem é melhor do que o pior de hoje. E no amanhã a frase “nenhum direito a menos” pode deixar de fazer qualquer sentido porque já se foram todos. É com os índios que acontece primeiro. Desde 1500, como se sabe. Mas, não custa lembrar: “Índio é nós”.
Na quinta-feira (27/4), o presidente da Fundação Nacional do Índio, Antônio Fernandes Toninho Costa, passou mal quando negociava com lideranças indígenas acampadas na Esplanada dos Ministérios. Uma queda de pressão, sua assessoria diria. Ele encarna por esses dias o drama tão bem expressado na frase antológica do escritor Luis Fernando Verissimo: “No Brasil, o fundo do poço é apenas uma etapa”. Antônio Costa é uma etapa, ele mesmo descobriu.
Antes dele, o governo-9%-de-aprovação-Temer tentou colocar um general para presidir a Funai. A informação vazou e houve reação. Afinal, a ditadura comandada pelos militares no Brasil, com o apoio de setores da sociedade civil, exterminou centenas de indígenas. O governo-9%-de-aprovação-Temer recuou do general, mas não recuou da decisão de entregar a Funai para o Partido Social Cristão (PSC). Assim, tipo um agrado para o partido da sua base aliada: “Pega aí a Funai pra vocês”.
O PSC notabiliza-se pela qualidade de seus expoentes: do pastor Marco Feliciano, aquele que diz que os “africanos descendem de ancestral amaldiçoado de Noé”, ao militar da reserva Jair Bolsonaro, que defende torturadores e se orgulha disso. Dono da Funai, o PSC, este partido que merece um estudo mais aprofundado, colocou Antônio Costa na presidência. Não mais um general, mas um pastor evangélico para cuidar das questões indígenas.
Antônio Costa, dentista e pastor da Primeira Igreja Batista do Guará, costuma ser um homem educado. Quando se despede dos indígenas, ele diz “fiquem com Deus”. Alguns povos indígenas poderiam perguntar a qual deus ele se refere, mas há questões mais urgentes. Mas, se Antônio Costa é um homem educado, seu olhar sobre os povos indígenas parece não ter sido abalado pela Constituição de 1988. Ele expressou suas ideias com sincera devoção na entrevista que deu ao repórter João Fellet, da BBC Brasil, no início de abril. Para ele, os indígenas devem ser inseridos no “sistema produtivo” e a mineração em suas terras ancestrais regulamentada o mais rápido possível.
A Funai é desmontada