quarta-feira, 24 de abril de 2013



Intercâmbio Multiétnico que o Brique da Redenção proporciona..
Recebendo visitantes,Parentes  Indígenas  de diferentes  etnias

Agradecemos


Dia 19/04/2013, recebemos mais uma vez a  visita do Parente Indígena Etnia Tikuna,Ivã de Sá, Anatery que sempre  nos proporciona  uma boa troca de experiências  e nos brinda com Artesanato Tikuna, Yanomami, Saterê..
Logo nas fotos,poderão observar  Parentes Kaingang, Mbyá Guarani,Charruas, e tantos que expõem aos Sábados e Domingos..Passeio IMPERDÍVEL  e  de  grande intercâmbio MULTICULTURAL
Agradecemos!Aguyjevete á todos(as).
A Anatery e Parentes Tikuna, Yanomais, Saterê...
Não existem fronteiras, tampouco diferenças..A  GRANDE  DIFERENÇA é  FAZER Á DIFERENÇA,proporcionando este rico compartilhar.

Quem desejar encomendar alguma peça, pode  nos escrever, que  teremos satisfação em fazer esta ponte, inclusive  aqui mesmo neste blog, onde todas as Etnias nos merecem igual GRATIDÃO, Respeito.

Liana Utinguassú

liana.rs.lumina@terra.com.br






















ivan_yanomamisartesanato@hotmail.com
(Email, para  contato direto com os Parentes-Sugerimos mencionar fonte desta informação,para melhor situar  à  Anatery-Tikuna


O Amazonas possui fronteiras internacionais, com a Colômbia e Peru, esta é a área ocupada pelo povo Tikuna as margem do rio Solimões sendo a maior nação indígena do Brasil. Somando uma população de aproximadamente 60.000 indígenas. As comunidades e aldeias estão distribuídas em áreas rurais. A Tribo Tikuna é composta por aproximadamente 120 aldeias e 60% dos índios tikunas moram em território brasileiro. A população indígena vive quase exclusivamente em função dos rios, que constituem as principais vias de acesso da região, a via fluvial é o principal meio de transporte (embarcações ou canoas). Falam o idioma tikuna, português e espanhol.

São chamados regionalmente "Mawés''. Ao longo de sua história, já receberam vários nomes, dados por cronistas, desbravadores dos sertões, missionários e naturalistas: Mavoz, Malrié, Mangnés, Mangnês, Jaquezes, Magnazes, Mahués, Magnés, Mauris, Mawés, Maragná, Mahué, Magneses, Orapium.
Autodenominam-se Sateré-Mawé. O primeiro nome - Sateré - quer dizer "lagarta de fogo", referência ao clã mais importante dentre os que compõem esta sociedade, aquele que indica tradicionalmente a linha sucessória dos chefes políticos. O segundo nome - Mawé - quer dizer "papagaio inteligente e curioso" e não é designação clânica.

Habitantes do norte do Brasil, na fronteira com a Venezuela, em frente aos Estados do Amazonas e Roraima, entre a densa floresta Amazônica, cercada por serras e rios encontram-se os Yanomamis, considerados o maior grupo indígena isolado.

São os índios mais primitivos da América Latina, estão vivendo ainda na era Neolítica, andam nus, fabricam apenas instrumentos rudimentares, vivem de uma precária agricultura e produzem somente o essencial para sobreviverem, também não conhecem nenhum tipo de escrita.

Os Yanomamis habitam em grandes malocas coletivas onde vivem em media 100 índios. Ao redor da maloca, fazem suas roças, de mandioca, banana, cará, batata-doce, mamão e tabaco, além de plantas utilizadas na fabricação de peças ornamentais e rituais religiosos.





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